Sempre que leio um poema qualquer de Manuel Bandeira, vejo como que a vida pode se tornar poesia e vice-versa. Mas há quem discorde ou desconheça isso. Basta ver, não apenas no recorrente tema da morte, mas na simplicidade que há na poesia.
Esta simplicidade não é coisa de estética, mas coisa de vida. O tom prosaico as vezes se resume a uma conversa com um amigo, com um parente, com uma amante ou com as paredes.
Muitos críticos gostam de complicar o que não é complicado:
"Estou cansado do lirismo que não é libertação"
Manuel Bandeira
terça-feira, 8 de abril de 2008
domingo, 6 de abril de 2008
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